Jornal da Praceta


Informação sobre a freguesia de Alvalade

(Alvalade, Campo Grande e São João de Brito )

Jardins e Parques

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Donos de Cães expulsam Crianças dos Jardins

O dono deste animal não encontrou melhor sítio para o pôr a cagar do que um canteiro de flores mesmo à porta da Escola Básica de Santo António em Alvalade. Foto: Jan.2017

 

Nos últimos anos centenas de milhares de euros dos contribuintes portugueses tem sido gastos pela CML e a Junta de Freguesia de Alvalade a requalificar os jardins e outros espaços verdes da freguesia.

 

Mal as obras de requalificação são concluídas já os donos dos animais os estão a usar para os cães fazerem as suas necessidades e se divertirem a destruírem tudo o que neles está plantado.

 

Perigo para a saúde pública.

Este comportamento dos donos dos cães constitui um verdadeiro atentado à saúde publica. É sabido que as fezes dos animais alojam vírus, bactérias e parasitas perigosos para a saúde humana, e em especial para a das crianças. Nada todavia os demove, muito menos a saúde das crianças.

 

Um risco permanente.

A maioria dos cães andam pelo jardins sem trela ou açaimo, muitos do quais são  considerados perigosos. Apesar de ser proibido nada parece incomodar os seus donos.

 

As principais vítimas são as crianças.

As crianças da freguesia são as principais vítimas da falta de zelo dos donos dos cães. Estão impedidas de brincarem nos jardins, foram deles expulsas.

 

Desperdício de Recursos Públicos

Os enormes investimentos na requalificação dos espaços verdes na Freguesia de Alvalade constituem hoje um desperdício de recursos públicos devido à ação dos donos dos cães, mas também à ausência de medidas repressivas por parte autoridades competentes.

 

Apelo Fracassado ao Civismo

Todos os apelos ao civismo dos donos dos cães para que tenham em consideração que as crianças também tem direito a brincarem nos jardins estão condenados ao fracasso. Um comportamento cívico pressupõe que um individuo nas suas decisões avalie previamente as consequências da sua ação para outros ou a comunidade onde vive. Trata-se de uma questão de consciência cívica e acontece que ela não existe nos donos dos cães que emporcalham ou destroem os espaços verdes.

 

A única coisa que manifestam interesse é neles próprios e no seu instrumento de diversão - os cães. O Outro não existe no seu pensamento. É por esta razão que existem leis, cujos comprimento é obrigatório e não dependem da consciência de cada um.

 

A única linguagem que os donos dos cães entendem é a da repressão, algo que a Câmara Municipal de Lisboa ou a Junta de Freguesia de Alvalade ainda não entendeu. Em vez de combaterem a praga dos cães nos jardins públicos através da repressão, centraram a sua ação em apelos cívicos aos donos dos cães.

 

A questão como é evidente também não se reduz em apanharem as fezes dos animais. As fezes, assim como a ourina (mijo) dos cães degradam os relvados, destroem arbustos e outras plantas, contaminam os solos, propagam doenças que são um perigo para as crianças. A porcaria dos cães é apenas uma parte do problema, nomeadamente de saúde pública.

 

 

Um dos últimos apelos lançados pela Junta de Freguesia de Alvalade para que os donos dos cães limpem os dejetos dos animais. Os resultados foram nulos a avaliar pela quantidade de porcaria que continua a existir nestes espaços públicos.

 

Muitas campanhas tem sido lançadas apelando ao civismo dos donos dos animais, mas nada dos demove nesta ação destrutiva dos espaços públicos.

 

Os donos dos cães tornaram-se em Lisboa numa praga cujos danos que provocam à cidade são superiores aos dos pombos. 

 

Exemplos da Praga em Alvalade

O Jardim da Rua Eugénio de Castro, junto a um infantário e uma escola básica mal acabou de ser requalificado pela Junta de Freguesia de Alvalade começou logo a ser destruído pelos donos dos cães. Mais

Não é apenas a porcaria dos animais que abunda por toda a relva, impedindo as crianças de aí brincarem, mas os arbustos e outras plantas que são arrancadas e despedaçadas pelos animais perante o olhar divertido dos seus donos.

Os cães são deixados à solta no jardim, onde se divertem a esgravatar o que resta da relva que tem sido várias vezes plantada, assim como a arrancarem plantas ou a destruírem o sistema de rega. Por todo o lado pode ver-se porcaria de animais. O jardim tornou-se um perigo para a saúde pública, em especial para as muitas crianças que todos os dias aqui passam.

 

Os cães divertem-se a destruir as plantas que restam no jardim, perante o olhar indiferente dos seus donos. Foto: Jan.2017

 

O espaço ajardinado na Rua Infante Dom Pedro em poucas semanas ficou com plantas, tornou-se malcheiroso e um perigo para a saúde pública tal é a quantidade de porcaria canina que acumula. Os donos dos cães destruíram tudo o que aí fora arranjado.

 

O estado imundo que ficou o espaço ajardinado da Rua Infante Dom Pedro em Alvalade. Foto: Jan.2017

 

Os espaços ajardinados da Avenida da Igreja estão uma lástima. Há muito que necessitam de serem requalificados, mas isso não justifica a porcaria de cães espalhada por todos canteiros. Em dias de sol o cheiro do "cócó" dos animais é insuportável, algo que não incomoda os donos dos animais.

 

Palavras para quê?...

 

 

Continuação

 

   
 

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